Bem vindos ao Blog do mestre
Zabaru

O Mestre

Nome do Mestre:
Emanuel Santos

Idade do Mestre:
22 Anos

Ocupações do Mestre:
Operador call center TMN

Foto do Mestre:


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Funker Vogt:
Date of Expiration



A minha rádio no cotonete. A música é gótica ou à volta disso. Espero que gostem.


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Sunday, June 12, 2005
Funker Vogt - A new beginning

can see the city lights
When I turn my head
A lake reflects the stars
But I won't come back

The moon shines bright tonight
I can see the coast
Lighted ships right at anchor
Waiting for the head

Deep inside I'm still a child
A tear drops down and you will frown
A new beginning, maybe an end
or is it something in between.

All the friends I ever had
I will never see again.
My old life fades away
Like a teardrop in the ocean.

Deep inside I'm still a child
A tear drops down and you will frown
A new beginning, maybe an end
or is it something in between.

Don't turn back follow the light
Go your way into a new day

I'm on the road again
Don't know where to go
Without a name I search my fate
Down there in the darkness.


Enviado às 4:54:08 pm por zabaru
Comments (5)  

Tuesday, June 07, 2005
Date of Expiration

Date of expiration

A disease you cannot cure

It’s our destination

No delays anymore

 

Great expectations

But the end is so near

A strange iteration

And soon it starts again

 

Did you ever smell the rain – 

The humidity in the air?

Did you ever feel the pain –

Depending on what you will dare?

The sweetest pain you ever felt

It’s fun and desperation

Emotions which you cannot steal

Love has no date of  expiration

 

What an infiltration

Privacy’s so far away

Station after station

Cannot stop my thoughts

 

The final decision

No excuses anymore

Time for condemnation

But do you really care?!


Enviado às 7:02:37 pm por zabaru
Comment (1)  

Thursday, February 17, 2005
Por vezes tds nos sentimos assim

Kansas

- Dust in the Wind -

I close my eyes, only for a moment, and the moment's gone
All my dreams, pass before my eyes, a curiosity
Dust in the wind, all they are is dust in the wind.
Same old song, just a drop of water in an endless sea
All we do, crumbles to the ground, though we refuse to see

Dust in the wind, all we are is dust in the wind

[Now] Don't hang on, nothing lasts forever but the earth and sky
It slips away, and all your money won't another minute buy.

Dust in the wind, all we are is dust in the wind
Dust in the wind, everything is dust in the wind.


Enviado às 11:13:15 pm por zabaru
Comments (8)  

Wednesday, October 20, 2004
Sim, farei...;

I

Sim, farei...; e hora a hora passa o dia...
Farei, e dia a dia passa o mês...
E eu, cheio sempre só do que faria,
Vejo que o que faria se não fez,
De mim, mesmo em inútil nostalgia.

Farei, farei... Anos os meses são
Quando são muitos-anos, toda a vida,
Tudo... E sempre a mesma sensação
Que qualquer cousa há-de ser conseguida,
E sempre quieto o pé e inerte a mão...

Farei, farei, farei... Sim, qualquer hora
Talvez me traga o esforço e a vitória,
Mas será só se mos trouxer de fora.
Quis tudo -- a paz, ilusão, a glória...
Que obscuro absurdo a minha alma chora?

II

Farei talvez um dia um poema meu,
Não qualquer cousa que, se eu a analiso,
É só a teia que se em mim teceu
De tanto alheio e anónimo improviso
Que ou a mim ou a eles esqueceu...

Um poema próprio, em que me vá o ser,
Em que eu diga o que sinto e o que sou,
Sem pensar, sem fingir e sem querer,
Como um lugar exacto, o onde estou,
E onde me possam, como sou, me ver.

Ah, mas quem pode ser o que é? Quem sabe
Ter a alma que tem? Quem é quem é?
Sombras de nós, só reflectir nos cabe.
Mas reflectir, ramos irreais, o quê?
Talvez só o vento que nos fecha e abre.

 III

Sossega, coração! Não desesperes!
Talvez um dia, para além dos dias,
Encontres o que queres porque o queres.
Então, livre de falsas nostalgias,
Atingirás a perfeição de seres.

Mas pobre o sonho o que só quer não tê-lo!
Pobre esperança a de existir somente!
Como quem passa a mão pelo cabelo
E em si mesmo se sente diferente,
Como faz mal ao sonho o concebê-lo!

Sossega, coração, contudo! Dorme!
O sossego não quer razão nem causa.
Quer só a noite plácida e enorme,
A grande, universal, solene pausa
Antes que tudo em tudo se transforme.

  Fernando Pessoa
1933
(Novas poesias inéditas)

 


Enviado às 9:57:38 pm por zabaru
Comments (9)  

helllooooo

Oi amigos..

Mais uma vez espero k me desculpem pela falta de tempo...
Vou tentar ká vir sempre k possa, mas a koisa tá dificil...
entretanto, deixem as vossas opinioes pa uma melhoria deste blog.. todas as criticas serão levadas em konta..

Saudações a todos


Enviado às 9:47:18 pm por zabaru
Comenta  

Thursday, October 07, 2004
ois a todos..

Saudações a todos...
Gostaria de pedir desculpam a todos kuantos por aki passaram, m km eu ja diss num dos ultimos posts,
dsd k komecei a trabalhar kuase nunka venho ao pc...
não pk n keira, m por falta d tempo...
Sempre k puder vou tentar postar, pode demorar um bokado,
m est blog foi feito kom mt empenho e gosto, e p isso n o vou deixar morrer..
Obrigado a todos pelas vossas visitas e desc n ter podido komentar ultimament nos vosos kantinhos....

Saudaçoes a todos


Enviado às 11:42:44 pm por zabaru
Comments (3)  

Thursday, September 16, 2004
Antero de Quental

A tristeza do tempo! O espectro mudo
Que pela mão conduz... não sei aonde!
- Quanto pode sorrir, tudo se esconde...
Quanto pode pungir, mostra-se tudo. -

Cada pedra, que cai dos muros lassos
Do trémulo castelo do passado,
Deixa um peito partido, arruinado,
E um coração aberto em dois pedaços!

                                      

                                 Odes Modernas


Enviado às 10:43:01 pm por zabaru
Comments (12)  

Wednesday, September 15, 2004
Desculpem

Antes d mais keria pedir desculpa a todos os k por aki passam p n ter postado nd ultimamente...
O k s passa é k komecei a trabalhar e saio d kasa cedo e xego tard, p isso n tenho tido tempo pa ká vir..
Desculpem mais uma vex.

Saudações a todos


Enviado às 12:23:59 am por zabaru
Comment (1)  

Friday, September 10, 2004
Elen Zaggo

Meu amor estará lá
Ao mesmo tempo que está aqui /
Pois te amo em qualquer lugar
Enquanto você existir.


Enviado às 12:17:14 am por zabaru
Comments (2)  

Tuesday, September 07, 2004
Requiem por mim

 

Aproxima-se o fim.

E tenho pena de acabar assim,

Em vez de natureza consumada,

Ruína humana.

Inválido do corpo

E tolhido da alma.

Morto em todos os órgãos e sentidos.

Longo foi o caminho e desmedidos

Os sonhos que nele tive.

Mas ninguém vive

Contra as leis do destino.

E o destino não quis

Que eu me cumprisse como porfiei,

E caísse de pé, num desafio.

Rio feliz a ir de encontro ao mar

Desaguar,

E, em largo oceano, eternizar

O seu esplendor torrencial de rio.



( Miguel Torga )

Enviado às 2:08:58 am por zabaru
Comments (2)  

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